BATISMO DE SANGUE, DE FREI BETTO: Do hipotexto literário ao hipertexto cinematográfico e a reconstrução de um discurso religioso sobre a Ditadura Civil-Militar Brasileira

Daniel Correia Oliveira - UNIDA

Resumo


O objetivo deste artigo é expressar uma reflexão acerca da relação existente entre cinema, História e uma releitura do discurso construído sobre a atuação de parte da Igreja Católica, durante a Ditadura Civil-Militar brasileira, bem como proporcionar uma intertextualidade em sala de aula como difusor de uma outra possibilidade para a apresentação dos fatos, elucidando aspectos a respeito de como se deve usar a cinematografia na classe em prol do ensino, tendo o educador o propósito de despertar em seus alunos o senso crítico e analítico, buscando resgatar a memória histórica e sua importância para o entendimento do processo histórico, dispondo de base a obra “Batismo de Sangue”, de Frei Betto, e o seu contexto para a Ditadura vivida no Brasil na segunda metade do século XX, aplicado na produção do cineasta Helvécio Ratton no filme “Batismo de Sangue” de 2006.


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DOI: http://dx.doi.org/10.35521/unitas.v7i1.912

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