Intolerância religiosa: a ferida aberta do cientificismo

Deise Gabriela Carmo de Souza

Resumo


O presente artigo propõe uma reflexão a partir dos estudos de raça iniciados no século XIX acerca da situação atual de intolerância religiosa às pessoas do candomblé, moradoras das comunidades periféricas do Rio de Janeiro. Esboça o estudo científico usado para tomar todas as esferas de poder, vitimando a etnia negra e tudo que abrange sua cultura. Analisa como o etnocentrismo, campo que inferiorizou a religião de matriz africana, com bases teóricas atraiu cientistas brasileiros como, por exemplo, Nina Rodrigues que encontrou base científica para contribuir com a tentativa de apagamento da religião negra.


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