Morte Indigna: quando o Estado e a Religião afrontam o direito e a sacralidade da vida.

Veronica Cristina Ruchdeschel Magalhaes

Resumo


O artigo visa questionar se existe o direito natural de morrer condignamente, quando o ser humano já perdeu seu sentido de ser, a partir de uma perspectiva natural da morte e não como um evento inconciliável à vida. Também apontará que tabus religiosos não contribuem para o alcance do reconhecimento de meios que poderiam amenizar a inquietação acerca da morte, como é o caso da eutanásia - que objetiva uma partida benevolente aos pacientes com prognósticos irreversíveis. Para mais, questionará sobre até onde vai o poder do Estado para tornar a vida uma obrigação, decidindo, a despeito da vontade da pessoa, se ela pode ou não ter um final tranquilo e digno.


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DOI: http://dx.doi.org/10.35521/unitas.v8i1.1701

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