ENTRE OS TERREIROS E A ESCOLA: O DIREITO DE PERTENCER AO AXÉ DESCOLONIZANDO O PENSAMENTO DO RACISMO RELIGIOSO.

Geisa Hupp Fernandes Lacerda

Resumo


O presente trabalho propõe articular o debate de descolonizar o saber referente à religião afro- brasileira no espaço-tempo escolar, descortinando a monocultura do saber, explanada através da teoria de Souza Santos (2007). Demonstrando formas de espitemicídio nas escolas aos pertencentes e praticantes de religião afro-brasileira, demarcada pela falsa democracia racial, demonstrando fatos ocorridos nos cotidianos escolares aos filhos de santo. Fundamentado em Flor Nascimento (2017), denominamos as práxis que regem os estereótipos como racismo religioso. Neste processo articulamos a sociologia das ausências os silêncios que tornam presença, e as emergências movida pelas brechas no intuito de promover a descolonização do saber, tornando a escola um espaço de promoção para articular de acordo com Candau (2012), “o pensamento outro”, o direito a diferença religiosa para além da normatização eurocêntrica.

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