RELIGIÃO, EDUCAÇÃO E PESQUISA: BREVE ANÁLISE DAS VICISSITUDES METÓDICAS

Antonio Michel de Jesus de Oliveira Miranda

Resumo


Acreditamos na permanência da religião, na história da humanidade e na valoração do método científico para melhor compreendê-la. E, a partir também da ausência ou não da “mística” na ponderação, investigação e interpretação científica que nos despusemos a investigar o fenômeno religioso, transitado em toda a práxis didático-metodológica, nas escolas. Propomos refletir sobre a metodologia, a partir de um viés epistemológico, quer seja possível em ciências das religiões em plena interseção no campo educacional, a fim de melhor nos responder a questões como: É possível pesquisar a religião em trânsito nas escolas? No que buscamos investigar, o que é perceptível, tangível? O que pode ser mensurado, interpretado e como interpretá-lo? Qual o melhor método? Em nossos estudos podemos observar que a contemporaneidade de pesquisadores brasileiros em ciências das religiões ainda não encontrou respostas satisfatórias ou definitivas para as indagações logo acima salientadas, à respeito de qual seria o melhor método de se pesquisar religião. Pois, exercer um juízo de valor sobre uma metodologia eficaz, para alguns, pode estar no distanciamento entre observador (pesquisador) e objeto (observado). Mas de fato acreditamos nas proposições de Kant em dizer que o sujeito (pesquisador) pode afetar a si e ser afetado por um objeto.

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