REBOBINE POR FAVOR! SER ALTERO? OU ESTAR ALTERO? A ALTERIDADE COMO PROCESSO CONSTITUINTE DO ETHOS HUMANUS

José Fábio Bentes Valente

Resumo


Hábitos de intolerância e do não reconhecimento das diferenças interpessoais, tem se amenizado no decorrer dos processos históricos, entretanto, atitudes de desrespeito e preconceito ainda coexistem, criando assim uma égide do “EU”, que está presente em todas as esferas, sejam elas religiosas, políticas, econômicas e culturais, sendo que esse diferencialismo está patente nesses contextos e que carecem ser pensado a partir de atos recíprocos de tolerância. Este artigo utiliza enquanto objeto de estudo a alteridade, suscitando como ferramenta preponderante no auxílio da resolução de inúmeros empasses que ocorrem socialmente e que caracterizam o individualismo e hedonismo. Afim de ter um esclarecimento da temática em voga, o presente artigo se utiliza dos pressupostos de Martin Buber, Emanuel Levinas, Alan Touraine, Gilles Lipovetsk, entre outros.

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