ANTROPOLOGIA DO CORPO NO CONTEXTO DE DAVID LE BRETON

José Calixto

Resumo


A cada época, nova teorias intentam explicar o mistério acerca do corpo humano, pois as pessoas possuem características singulares que as tornam únicas; enquanto que todos nós possuímos um mesmo ritmo de sincronização fisiológica e orgânica. Esse metabolismo do corpo está presente em cada indivíduo, e forma as estações da vida que surgem e passam. Dado a isso, há os que frequentam escolas, que formam famílias e tornam-se profissionais de sucesso, e chegam a velhice. Enquanto outros, não sobrevivem além do ventre materno, ou não vivem muito tempo após o nascimento; assim seguem de forma radicalmente oposta.
Mediante esse complicado e ao mesmo fascinante sistema que envolve o corpo humano, a tradição religiosa cristã busca oferecer explicação de conceitos relacionados ao corpo/alma, a alma/espírito, aos fenômenos psíquicos e as atividades da vida espiritual. A ciência também tenta decifrar esse enigma; porém, até que ponto são esses fenômenos atingidos pela morte? Que é a morte, se o homem não é tão somente corpo, mas também não pode viver sem a corporalidade? Que é o homem, se a morte, destruindo o corpo, põe um termo à sua vida psíquica e espiritual? Dado as indagações e contradições acadêmicos e teológicos sobre o tema, este estudo trata de descrever a antropologia do corpo, no contexto de David Le Breton.


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