MONOPÓLIO, INTOLERÂNCIA E GÊNERO NA CAPELANIA MILITAR

Brayan de Souza Lages

Resumo


A presente pesquisa tem por objetivo demonstrar as influências da religiosidade cristã na visão de mundo dos militares brasileiros. Para alcançar tal objetivo, apresenta-se as três grandes figuras da capelania militar, a saber: João Filson Soren, o primeiro capelão protestante no Brasil, Antonio Alves da Silva (Frei Orlando), patrono da capelania militar brasileira e por último Élio Eugênio Müller, o primeiro comandante capelão protestante. A capelania militar brasileira pode ser vista já no século XVIII, porém devido ao monopólio religioso, em que, vivia-se ainda muita influência do catolicismo romano, os protestantes só foram aceitos no século XX. O problema da pesquisa é que a oportunidade para um protestante comandar a capelania não foi um avanço para o diálogo e o ecumenismo, e sim, uma ação em forma de represália devido ao comportamento homo afetivo dos capelães católicos, pois acreditava-se que essa prática ofendia a moral religiosa institucional.

Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.