O IMAGINÁRIO INFANTIL: ENTRE O CÉU E A TERRA

Kátia Antonia Ferreira Rosa

Resumo


Falamos de um tempo em que os valores morais se entrelaçam com as diversas dinâmicas de ensino. Esse cenário nos remete a pensar quem compõe essa estrutura do ato de ensinar, a qual se emerge na infância. Para um diálogo dentro das Ciências das Religiões, a família que defende um segmento religioso dispõe de transmitir relatos entre o céu e a terra, pois se baseiam na Bíblia. A criança sempre esteve presente ao longo das histórias narradas(Marcos 10:13-14; Mateus 18:1-4; Marcos 9:36-37; Lucas 1,41); os objetos imaginários como anjos, cavaleiros, carruagens, espadas, guerreiros..., são ferramentas desencadeadoras do processo de aprendizagem na relação entre Deus e a Humanidade. A figura humana também assume um papel de coadjuvante na formação do imaginário infantil, como os profetas, sacerdotes, reis, princesas, rainhas. (KLEIN; STRECK; WACHS, 1989, p. 16). [...] a ação de Deus no mundo ainda tem certo caráter mágico. Mesmo que a criança tenha abandonado as histórias de fada, as leis e os fatos da realidade são flexíveis e de certa forma controláveis. Crianças, por isso, gostam de histórias de mistérios, aventuras e mágica. Em todas elas constantemente acontecem coisas novas e inesperadas, sendo sempre possível uma saída. Nesse contexto, citaremos o cenário vivenciado por Samuel no imaginário infantil de sua época.

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